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	<title>o meu cantinho &#187; blogs</title>
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	<description>mai nada</description>
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		<title>de cabeça no ar</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 12:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dúvidas pertinentes]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Tropecei algures e adicionei aos meus feeds o blog Toques de Deus. Hoje li este post que coloca o dedo mesmo na ferida. 
Qual ferida?
A ferida de quando estamos a fazer algo estarmos a pensar no que vamos fazer a seguir.
Muito bem escrito e com um exemplo adequado ao tema e ao autor(es) do blog.
aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tropecei algures e adicionei aos meus feeds o blog <a href="http://toquesdedeus.blogspot.com/">Toques de Deus</a>. Hoje li <a href="http://toquesdedeus.blogspot.com/2008/12/distraces.html">este post</a> que coloca o dedo mesmo na ferida. </p>
<p><strong>Qual ferida?</strong><br />
A ferida de quando estamos a fazer algo estarmos a pensar no que vamos fazer a seguir.<br />
Muito bem escrito e com um exemplo adequado ao tema e ao autor(es) do blog.</p>
<p>aqui fica um excerto</p>
<blockquote><p>
E elas, as distracções, habitualmente não fazem barulho. São discretas. Mas, vêm com uma promessa de meia verdade e de engano quase avassaladoras. Alguém dizia que quando não nos lembramos do que temos para fazer, que o melhor é ir à capela porque logo seremos tomados por distracções de coisas importantes e urgentes que teremos de fazer. E acontece de facto, estarmos a conversar com Deus, e pensamos imediatamente e longamente, no que tenho de escrever, a quem tenho de telefonar, no que tenho de estudar, no tempo do dia que tenho, aonde tenho de ir, com quem tenho de estar, etc.
</p></blockquote>
<p>Já tinha pensado no assunto. Nunca tinha escrito nada sobre o tema, e com certeza, que não o faria com tanta elegância.</p>
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