Archive for the 'Dia-a-dia' Category

Dia-a-dia

08/08/08 08h08m08s

dia mais redondo…. não deve existir…

e a juntando-lhe ainda os 5 anéis dos Jogos Olímpicos que se iniciam hoje em Pequim.

tudo isto para referir que a data não foi escolhida à toa e ainda para desejar uma participação memorável a todos os atletas que representam as cores nacionais.

Dia-a-dia

felicidade


[foto da M.]

:) sábado 26 tive um casamento. Um casamento de 2 amigos.

O P. que entrou na minha vida há 21 Anos, quando o 848 nasceu e… a P. que um pouco mais tarde, mas também trouxe muita vida ao 848.

foi um dia mesmo feliz, e espero sinceramente que a alegria que senti se mantenha e que tenham muitos pzinho’s…

beijos e abraços

Dia-a-dia, Tecnologia

upgrades

no passado Sábado resolvi fazer o upgrade do meu Wordpress (motor por trás deste blog) e… como todos os upgrades quse se presam… não correu a 100%.

resultado, todas as minhas categorias ficaram a vazio, apesar de os posts continuarem a pertencer à categoria correcta.

valeu-me o backup da base de dados e… este post que explica o que se passou e como corrigir.

Dia-a-dia

sms’s

hoje voltei a receber o seguinte SMS:
“SRA ANA ***** aproveite ao maximo o VERAO e as FÉRIAS! Receba 5161Eur no seu COFIDIS VIDA LIVRE por 172.50 Eur/Mês, basta responder SIM a este SMS TAEG 28,45%”

  1. Não me chamo Ana *****
  2. Estou farto de dois em dois meses receber um sms destes
  3. Acho incrivél roubar por sms
  4. E se eu respondesse?

Já pensei em enviar um e-mail para a cofidis ou ligar ou responder ao sms para o numero de 4 digitos… mas não faço tenções que fiquem com mais dos meus contactos… prefiro receber as sms’s e apaga-las.

Dia-a-dia

sinais da crise!!!

Vendas automóveis: Portugal contraria quebra da UE até Junho

As vendas de automóveis novos nos mercados da Europa ocidental decresceram 2% nos primeiros seis meses do ano (-2,8% na UE), com Portugal a evidenciar a quarta subida mais forte entre os Quinze da UE ao averbar incremento superior a 6% no número de unidades matriculadas.

lido aqui

Dia-a-dia

stoplights

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direitinho do postsecret

Dia-a-dia, Dúvidas pertinentes, Gastronomia, Restaurantes

a partir das 20h não servimos lanches…

Já conhecia o conceito dos restaurantes do Pedro Miguel Ramos (Amo.te Chiado, Tejo, Gaia, etc) até já tinha ouvido falar em algumas más experiências… aqui fica mais uma…

Ontem sentei-me com a M. na esplanada do Amo.te Chiado mesmo a meio das escadinhas. tínhamos vindo do pátio Siza Vieira, pelo que tínhamos atravessado o restaurante (vazio, 0 clientes, mesas postas para jantar). Cá fora 3 casais ocupavam as 7 ou 8 mesas.

A M. não tinha relógio e eu estava ao telefone quando a empregada nos disse qua não nos servia o lanche pois “não servem lanches depois das 20h”…

Não tenho nada contra cafés que tenham este tipo de regras… agora que me digam isto às 19:25… tive pena de não ter pedido do livro de reclamações e não tenho pena nenhuma de nunca mais me lá apanharem.

Depois de termos comido a nossa tosta mista no Black Coffee (na rua Ivens) passamos à porta e o espectáculo era o mesmo, nenhum cliente no interior, 1 cliente a jantar no exterior. Não sei que tipo de entropia pode uma tosta mista causar naquela cozinha, mas sinceramente quando com o restaurante vazio se recusam a servir… está tudo dito.

Anedotas, Dia-a-dia

Capuchinho vermelho… versão Acordo Ortográfico do ano 2058 (ya táss e)

Tás a ver uma dama com um gorro vermelho? Yah, essa cena! A pita foi obrigada pela kota dela a ir à toca da velha levar umas cenas, pq a velha tava a bater mal, tázaver? E então disse-lhe:

- Ouve, nem te passes! Népia dessa cena de ires pelo refundido das árvores, que salta-te um meco marado dos cornos para a frente e depois tenho a bófia à cola!

Pá, a pita enfia a carapuça e vai na descontra pela estrada, mas a toca da velha era bué longe, e a pita cagou na cena da kota dela e enfiou-se pelo bosque. Népia de mitra, na boa e tal, curtindo o som do iPod…

É então que, ouve lá, salta um baita dog marado, todo chinado e bué ugly mêmo, que vira-se pa ela e grita:

- Yoo, tá td? Dd tc?

- Tásse… do gueto alí! E tu… tásse? - disse a pita

- Yah! E atão, q se faz?

- Seca, man! Vou levar o pacote à velha que mora ao fundo da track, que tá kuma moka do camano!

- Marado, marado!… Bute ripar uma até lá?

- Epá, má onda, tázaver? A minha cota não curte dessas cenas e põe-me de pildra se me cata…

- Dasse, a cota não tá aqui, dama! Bute ripar até à casa da tua velha, até te dou avanço, só naquela da curtição. Sem guita ao barulho nem nada.

- Yah prontes, na boa. Vais levar um baile katéte passas!!!

E lá riparam. Só que o dog enfiou-se por um short no meio do mato e chegou à toca da velha na maior, com bué avanço, tázaver? Manda um toque na porta, a velha ‘quem é e o camano’ e ele ‘ah e tal, e não sei quê, que eu sou a pita do gorro vermelho, e na na na…’. A velha abre a porta e PIMBA, o dog papa-a toda… Mas mesmo, abre a bocarra e o camano e até chuchou os dedos…

O mano chega, vai ao móvel da velha, saca uma shirt assim mêmo à velha que a meca tinha lá, mete uns glasses na tromba e enfia-se no VL… o gajo tava bué abichanado mêmo, mas a larica era muita e a pita era à maneira, tásaver?

A pita chega, e tal, e malha na porta da velha.

- Basa aí cá pa dentro! - grita o dog.

- Yo velhita, tásse?

- Tásse e tal, cuma moca do camâno… mas na boa…

- Toma esta cena, pa mamares-te toda aí…

- Bacano, pa ver se trato esta cena.

- Pá, mica uma cena: pa ké esses baita olhos, man?

- Pá, pa micar melhor a cena, tázaver?

- Yah, yah… E os abanos, bué da bigs, pa ke é?

- Pá, pa poder controlar melhor a cena à volta, tázaver?

- Yah, bacano… e essa cremalheira toda janada e bué big? Pa que é a cena?

- É PA CHINAR ESSE CORPO TODO!!! GRRRRRRRR!!!!

E o dog manda-se à pita, naquela mêmo de a engolir, né? Só que a pita dá-lhe à brava na capoeira e saca um back-kick mesmo directo aos tomates do man e basa porta fora! Vai pela rua aos berros e tal, o dog vem atrás e dá-lhe um ganda-baite, pimba, mêmo nas nalgas, e quando vai pa engolir a gaja aparece um meco daqueles que corta as cenas cum serrote, saca de machado e afinfa-lhe mêmo nos cornos. O dog kinou logo alí, o mano china a belly do dog e saca de lá a velha toda cheia da nhanha. Ina man, e a malta a gregoriar-se toda!!!

E prontes, já tá…

Dia-a-dia, Futebol

AHAHAH

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já tinha dito que estes tipos eram muito rápidos… mas além de muito rápidos têm um grande sentido de Humor.

Dia-a-dia, Holanda, Viagens

Holanda III

Nunca tinha ido a uma missa em português num país que não o nosso. E foi em Amesterdão que o fiz pela primeira vez. Um percurso de 20 minutos de bicicleta separa a casa da J. da Igreja de Nossa Senhora de Fátima (que mais podia ser). A missa foi diferente, muitos brasileiros, e muitos imigrantes portugueses de primeira geração e celebrada por um padre oriundo da Europa central (apostava na Áustria) e que muito provavelmente trabalhou em missão no Brasil. Senti-me bem… em casa.

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Encontramo-nos com a J. para fazermos umas compras rápidas e provar umas batatas fritas fantásticas. Seguimos para casa onde encomendámos um sushi/sashimi :) muito muito bom

gosto tanto ;)

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Depois de almoço agarramos nas marias e seguimos para o FOAM - museu de fotografia de Amesterdão. Um espaço giro, espaço de exposições, algumas boas, outras nem por isso. Obrigado J. este nem vinha nos guias, mas valeu a pena.

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Do Museu da fotografia seguimos para o AmstelKring uma casa museu do século 17 que contém uma igreja no seu interior. Naquela altura era proibido construir de raiz edifícios para o culto católico, apesar de não ser proibida a celebração. Esta casa pertencia a uma família católica abastada, que resolveu converter parte da sua habitação em lugar de culto.

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De lá seguimos para a Estação central onde apanhamos um comboio para Haarlem (uma cidade muito gira a cerca de 20 minutos de Ams) onde vive o D. amigo da J. e da M. com quem estivemos no dia anterior. Como era Domingo o comercio, nem vê-lo, volta pela cidade, rua de compras para cima e para baixo. O D. deveria aparecer depois das 19h vindo do Aeroporto onde ia deixar alguém.

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Estávamos com fome, as esplanadas eram apetitosas, mas não viamos ninguém a comer… só a beber. depois de muita volta lá nos sentamos numa esplanada que não tinha menu. pedimos uma dose de bitter ballen e uma de queijo e carnes. soube bem o descanso ainda que a música em altos berros não fosse a melhor companhia. Depois do lanche seguiu-se um gelado e uma pequena espera pelo D.

O jantar decorreu numa pizaria a preços muito acessíveis, seguidos de um copo num bar cubano muito giro.

Regressamos a Ams perto da meia-noite e pedalamos até casa. Começo a pensar que com a subida do preço da gasolina quem qualquer dia compra uma maria sou eu.

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