Archive for the 'Londres' Category

Londres, Reino Unido, Viagens

e 5 anos depois…

o tempo passa a voar, e parece que foi ontem que caiu a ponte de entre os rios… À 5 anos estva eu em Londres com os meus amigos André, Patricia e João, a fomos surpreendidos pela noticia da queda da ponte no noticiario matutino da BBC 1. parece que foi ontem.

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Viagem por terras de Sua Majestade (parte 3)

Tínhamos ficado em Salisbury, à dois meses atrás… vamos lá a ver se ainda me lembro de todos os pormenores… Em Salisbury, visitamos a imponente catedral, passeamos pelas ruas perto da mesma.

Próxima paragem Shaftsbury, uma pequena aldeia conhecida por ter uma íngreme descida/subida com algumas casas de telhado de colmo. Capa de diversas revistas. Bem bom. A fome já apertava e decidimos almoçar, o primeiro local onde tentamos e que tinha muito bom aspecto… estava cheio e aparentemente ia demorar… acabamos por optar por um restaurante all american food, pizzas, hamburgueres, hot dogs, saladas, etc.

Os vegetarianos Pedro e Teresa também conseguiram arranjar algo para comer… todos os restaurantes por aquelas bandas tem opções sem carne nem peixe.

Ainda a terminar em bury, seguimos para Glastonbury, onde está sepultado hipoteticamente o rei Artur, sim o dos cavaleiros da tavola redonda e de Avalon. Avalon essa que supostamente fica a poucos quilómetros.

De Glastonbury, e sempre pela faixa da esquerda ou pelo menos tentando, dirigimo-nos para Wells, onde batemos com o nariz na porta da catedral. Segundo os guias ainda devia estar aberta, e não éramos os únicos de maquina fotográfica na mão e com ar

de “então e a pontualidade britânica”… ainda faltavam uns 10 minutos para fechar. A Catedral é verdadeiramente imponente, com a sua frente totalmente direita e toda trabalhada.

Já era de noite quando chegamos a Bath, uma antiga cidade romana, conhecida pelas suas termas - daí o nome - começamos por dar uma volta de carro pelos “crescent’s”, depois seguimos para o centro e estacionamos o carro perto do rio. Depois de um passeio rápido pelo centro da cidade, mais uma tentativa falhada de entrar na catedral, respondida com um, “It’s open just for the service sir.”. Resolvemos jantar num pub, que tinha um aspecto razoável… a comida foi melhor que a de “ontem”.

Depois de jantar demos um pequeno passeio higienico, atravessando a ponte/ Argyle street…. ponte/rua pois é basicamente uma ponte com casas em cima… de cada lado da estrada, quem passa desapercebido, nem se dá conta de que está a atravessar uma ponte.

De regresso ao carro, dirigimo-nos para Bristol, cidade industrial e portuária do sudoeste de Inglaterra. Chegamos e já devia passar das 23h, volta rápida pela cidade, uma paragem para tirar umas fotos ao mais longo navio de passageiros à vela, e seguimos para o bairro chique de Clifton. Muito bom aspecto… é o que posso dizer, cada casinha. O bairro fica no alto de uma colina a caminho do mar. Defronte desta existe outra e a uni-las uma ponte suspensa toda em ferro, a lembrar Eiffel.

Resolvemos atravessar. Como toda a ponte que se presa, esta possui portagem. 50p para cada lado. a forma de pagamento é a comum nos Estates, um cesto para onde atiramos as moedas… resultado, atirei e não funcionou… sai do carro fui até a maquina e acabei de vir de lá com mais dinheiro que aquele que tinha atirado e com a cancela aberta…. lindo.

Seguimos rapidamente para Londres que a noite já ia avançada e o cansaço também. Fui-me revezando com o meu pai na condução.

Estacionamos mesmo a porta de casa. Todos os lugares da rua são “Residents only”… pelo menos até as 8:30 da manha. Acordar cedo portanto.

(Continua)

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Viagens por terras de Sua Majestade (parte 2)

Onde ia eu..

Cotswalds… ok, começamos por visitar Chipping Campden, uma aldeia fantastica, com uma série de casinhas de telhados de colmo e uma rua principal cheia de lojinhas que apetecia entrar e comprar, mas não estragada pelo turismo de massas. Enfim, recomendo vivamente.

De Chipping Campden seguimos para Broadway, entretanto o sol ia-se pondo e o céu ia-se tornando cada vez mais escuro. Chegados a Broadway estacionamos o Megane e demos um passeio por aquilo que nos parecia a rua pincipal (parecia e era… mas andamos para o lado errado da rua) uma rua muito modesta, em 100 metros consegui tropeçar num Ferrari 456, num Bentley e em cerca de 10 Range-Rovers 4.6 vogue… o carro da moda pelos vistos. A fome já começava a apertar e decidimos continuar viagem, passamos pelo que era de facto o centro da vila e continuamos para sul, rumo a Bourton-on-the-Water.

Pelo caminho fizemos um pequeno desvio para ver de perto duas pequenas aldeias de nome curioso… Upper e Lower Slaughter… sim, Matança de Baixo e Matança de Cima, aparentemente e segundo as investigações do meu Pai, o nome nada tem a ver com matanças, mas sim com um qualquer vocábulo celta.

Chegados a Bourton-on-the-Water e depois de estacionarmos o carro e de batermos com o nariz na porta de 3 Pubs, lá encontramos um que nos acolheu. Sentamos a pedimos, eu resolvi experimentar o afamado e muy aclamado prato tipico de sua majestade, os tradicionais Fish and Chips… enfim, jurei para nunca mais, mesmo depois de espremer todo o limão por cima do paixe, este continuava a nada saber… A consistencia de animal nem era má de todo… mas para quem está habituado ao peixinho português…

Daqui seguimos debaixo da luz da lua e das estrelas para mais uma aldeia, aldeia essa que possuia uma antiga abadia e um centro que era frequentemente requisitado como cenário de filmes de época. Lacock é O seu nome. O mosteiro não era visivel de noite e depois de um pequeno passeio para fazer a digestão entreguei o cartão do carro ao meu pai, para ele guiar um pouco.

Seguimos até ao castelo de Corsham Court onde após uma breve fotografia, resolvemos regressar a Londres. Pouco depois de sairmos do castelo e já na Auto-estrada, voltei a pegar no volante.A viagem de regresso foi tranquila e um pouco demais até, visto que depois de algumas milhas o sono começou-me a bater forte, e tive mesmo de entregar o carro de novo ao meu pai.

O dia seguinte (Domingo) começou bem cedo, primeira paragem, Stonehenge. Sempre pensei que fosse ainda mais monumental, mas é realmente impressionante, como foi possivel edificar aquela construção à tantos milhares de anos atrás. O mais impressionante é que existem 2 tipos diferentes de pedras na construção, um que existe relativamente perto e outro que se acredita que venha da irlanda no norte!!!

Não consigo imaginar qual a sensação de visitar as piramides do Egipto.

De Stonehenge seguimos para Salisbury, uma das mais belas catedrais do Reino Unido.

(continua)

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Londres e 24

não tenho tido muito tempo para escrever mais sobre londres… pois o 24h está-se a tornar muito viciante…. 12h já passaram… e quando tudo parece terminado… ainda faltam mais 12!!!! prometo terminar aquilo que ja começei

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Viagem por terras de Sua Majestade (parte 1)

Oi

pois é. ontem (4a) regressei de Londres. Como voei na Monarch Scheduled, e o voo de regresso é as 6:40 (seis e quarenta) em Gatwick, obrigou-me a mim e aos meus pais a sair de casa do meu irmão por volta das 2:15 (duas e quinze), para apanhar um autocarro até Victoria station e de lá o Gatwick express. Ou seja cheguei a Lisboa por volta das 8:45, mesmo a tempo de tomar um banho e ganhar coragem para ir trabalhar… coisa essa que aconteceu por volta das 10:30… e sem ter dormido praticamente nada. daí apenas hoje escrever.

O meu irmão estuda Design em Londres na Chelsea Colege of Arts end Design, e mudou recentemente de casa, para uma onde já consegue acolher visitas e portanto aproveitamos para o visitar e dar um pulinho a Londres o que é sempre fantástico (foi a minha 3ª vez).

Resolvemos alugar carro, pois queriamos dar uma volta fora de Londres, e como os preços dos comboios estão pela hora da morte, compensou seriamente, apesar da multa de estacionamento na segunda-feira.

Chegamos lá na sexta-feira, levantamos o carro no aeroporto e dirigimo-nos para casa do meu irmão, com paragem pelo meio em Humpton court (apenas para ver por fora) e uma leve paragem em … para a minha mãe comprar umas flores para alegrar a nova residencia do meu irmão.

Guiar com o volante à direita é estranho, primeiro porque a nossa mão esquerda não está habituada a “meter” mudanças, segundo porque todos os nosso instintos automobilisticos vão à viola, na autoestrada passamos a vida a tentar “colar-nos” ao risco à nossa esquerda… enfim, é uma excelente experiência, mas andamos um pouco à nora. Algo de que tinha algum receio, as rotundas, provaram que estava errado, não há nada mais fácil que circular nas rotundas de sua majestade, 1º porque os condutores são civilizados, 2º porque está tudo de tal forma indicado que se entrarmos na faixa correcta, quase que automaticamente somos levados a sair na saída correcta.

Chegado a casa, e depois da visita guiada, apanhamos o metro para Charing cross, onde nos perdemos na Foyles… como eu gostava de ter uma livraria deste tamanho e com esta diversidade em Lisboa… diversidade essa que por vezes se torna complicada, devido ao excesso de oferta.

Jantamos pelo Soho numa pizzaria, bastante boa, pena é que as facas não cortavam… comemos à mão… um tuga desenrrasca-se sempre.

De seguida fomos buscar a Teresa ao teatro onde ela trabalha e seguimos para a National Gallery, onde apanhamos o metro de regresso a casa.

No dia seguinte saimos os 4 por volta das 9:00 em direcção a norte com rumo a Coventry, cidade sede da industria automovel britanica, sede de marcas como a Jaguar, a LTI (London Taxi International) que produz os fantasticos e famosos taxis londrinos, e que foi violentamente bombardeada pelos alemães na segunda guerra mundial. Resultado, possui duas catedrais, a antiga que foi destruida e da qual apenas sobram as paredes e a
torre e a nova, construida nos anos 60 por Sir Basil Spence e que é senhora de uma beleza e monumentalidade atroz. Ainda tive tempo para entrar no museu do transporte.

De Conventry seguimos para sudeste rumo a Stratford-apon-avon, terra do escritor Sir William Shakespeare, ou pelo menos assim se supõe. Uma terra demasiado plastificada, todas as casas estão demasiado bem conservadas, as lojas polulam por todos os cantos, não se consegue andar sem tropeçar em criancinhas a correr e turistas de mapa aberto, isto para não falar nas hordas de orientais de maquina fotografica em punho prontos a disparar ao menor movimento.

Seguimos para Warwick, uma pequena cidade que possuiu um castelo totalmente recuperado e que hoje alberga uma exposição/parque de diversões pertencente ao museu “Madame Tusauds”. Não entramos, passeamos pela cidade e ainda fomos espreitar o antigo Hospital. Almoçamos num banco na rua pedestre principal, umas belas cornish pasteries… hummm simplesmente excelente.

Continuamos a seguir para sudeste rumo provavelmente à mais belas das “regiões” do reino unido as Cotswalds. Resumindo, estamos no campo, pequenos montinhos espetacularmente verdes delimitados aqui e ali por pequenos muros de pedra, estradas delimitadas por arbustos e arvores que não nos deixam ver o céu como se percorressemos um tunel. Por entre os montes existem pequenas aldeias de casas de pedra e telhados de colmo (algumas pelo menos). É uma zona particularmente rica, em outros tempos devido à lã dos carneiros e ovelhas de focinho e cauda negras que alegremente habitam os verdes montes, posteriormente também pela relativa próximidade de londres, o que torna esta zona alvo facil para casas de fim-de-semana.

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Cheguei de Londres

Estou morto de cansaço… hoje nao consigo escrever nada de de jeito…

amanha tento